terça-feira, agosto 31, 2010

Jonas, eu sei que você conseguiu para Campinas a Delegacia de Defesa dos Animais. Como surgiu a ideia da delegacia para cuidar de crimes contra animais?

Sou um representante dos cidadãos. Quando alguém me procura com alguma reivindicação, eu me esforço para corresponder às expectativas. Além disso, tenho um histórico de defesa do meio ambiente, que é uma das bandeiras da minha atuação política.

Fui procurado por Flávio Lamas, que é o presidente do Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais (CMPDA) de Campinas. Ele me pediu para lutar por essa causa. Com a proliferação dos animais de bichos de estimação, muitos compram os filhotes e depois, quando crescem, abandonam ou até matam, é preciso deter esse processo.

Já que a pessoa resolveu ter um animal, ela precisa ter responsabilidade. É a questão da posse responsável dos animais.

Era preciso deter a impunidade. Ao ouvir as reivindicações de entidades como a Associação de Amigos dos Animais de Campinas (AAAC), o Instituto de Valorização da Vida Animal (IVVA), a Amigos dos Animais de Sumaré (AAS), o Grupo de Apoio Voluntário aos Animais Abandonados (GAVAA), a Sociedade Protetora da Diversidade das Espécies (PROESP), a União Protetora dos Animais de Campinas (UPA), o Instituto Anjos do Meio Ambiente (AMA) e o Grupo de Apoio aos Animais de Rua (GAAR), vi que a situação exigia uma atitude à altura do clamor. Entendi que o caminho era uma ação enérgica do Estado para coibir esses abusos. Marquei uma audiência com o dr. Paulo Afonso Bicudo, delegado geral adjunto do Estado de São Paulo, que foi muito sensível a essa questão. A solução articulada foi a criação da delegacia. Trata-se de um projeto pioneiro.

Fico feliz em ter ajudado.

Um forte abraço do seu amigo,
Jonas Donizette

Fique à vontade para perguntar

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