Bruna Dalago de Andrade
PUC-Campinas
A Prefeitura de Americana informou que o número de casos confirmados de dengue até o momento já chegam a 2.856, indicando um aumento significativo e preocupante se comparado aos número de casos confirmados pelo CVE - Centro de Vigilância Epidemiológica "Prof. Alexandre Vranjac no mês de abril de 1.526, sendo que no ano todo de 2018 os casos confirmados pelo CVE na cidade foram apenas 11.
A Prefeitura confirmou no último dia 12 a primeira morte pelo vírus. Segundo informações, era uma mulher de 48 anos, moradora do bairro São Roque, infectada pelo tipo 2 do vírus e que foi atendida na rede particular da cidade. A morte aconteceu em abril, porém só foi confirmada agora pelo Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Mais três mortes suspeitas são investigadas.
Conforme boletim da Vigilância Epidemiológica da cidade, o bairro mais populoso da cidade, Antônio Zanaga, é o que apresenta maior número de ocorrências, seguidos pelos bairros Jardim América II e Cidade Jardim. Mulheres entre 30 e 59 anos são o maior grupo entre os casos confirmados.
Para o combate à doença a Prefeitura tem promovido ações de limpeza nos bairros e mobilizações para eliminar criadouros do mosquito. Chegaram a acontecer nebulizações, que tiveram que ser interrompidas por conta do desabastecimento nacional de inseticida.
Segundo informação do site oficial do Ministério da Saúde, a forma mais eficiente de prevenção da doença é evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, eliminando possíveis criadouros, como água parada em vasos, pneus, garrafas, piscinas sem uso e manutenção e até mesmo em recipientes pequenos. E a recomendação é que caso apresente os sintomas da doença, como: Febre alta, dores musculares intensas, dor ao movimentar os olhos mal estar, falta de apetite, dor de cabeça, manchas vermelhas no corpo, deve- se procurar imediatamente o hospital ou unidade de atendimento mais próxima.
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quarta-feira, junho 19, 2019
sábado, junho 15, 2019
Biblioteca de Americana promove feira de doação de livros
Bruna Dalago de Andrade
PUC-Campinas
A Biblioteca Municipal de Americana “Professora Jandira Basseto Pântano” promove, no próximo dia 28, o evento “Tenda Leve e Leia”, que oferece gratuitamente livros sem a necessidade de devolução. Estão disponíveis obras de assuntos gerais, enciclopédias, manuais e livros didáticos de áreas como matemática, sociologia e história, todos provenientes de doações recebidas pela Biblioteca.
Segundo a assessoria de imprensa da Biblioteca, a ideia do projeto surgiu de iniciativas semelhantes promovidas por outras bibliotecas e por conta da demanda por livros didáticos que havia por parte dos estudantes da cidade, tendo como objetivo incentivar a leitura, além de disponibilizar material didático das mais variadas áreas do conhecimento. O evento mantém uma média de 200 a 300 livros para doação por edição.
A Tenda Leve e Leia acontece toda última sexta-feira do mês e faz parte da programação mensal promovida pela Biblioteca, que conta também com exibição de filmes e palestras de diversos assuntos ao longo do mês, e qualquer pessoa pode participar.
Serviço:
Tenda Leve e Leia
Quando: 28 de junho, das 9h às 15h.
Local: Biblioteca Municipal de Americana - Praça Comendador Müller, no Centro de Americana
PUC-Campinas
A Biblioteca Municipal de Americana “Professora Jandira Basseto Pântano” promove, no próximo dia 28, o evento “Tenda Leve e Leia”, que oferece gratuitamente livros sem a necessidade de devolução. Estão disponíveis obras de assuntos gerais, enciclopédias, manuais e livros didáticos de áreas como matemática, sociologia e história, todos provenientes de doações recebidas pela Biblioteca.
Segundo a assessoria de imprensa da Biblioteca, a ideia do projeto surgiu de iniciativas semelhantes promovidas por outras bibliotecas e por conta da demanda por livros didáticos que havia por parte dos estudantes da cidade, tendo como objetivo incentivar a leitura, além de disponibilizar material didático das mais variadas áreas do conhecimento. O evento mantém uma média de 200 a 300 livros para doação por edição.
A Tenda Leve e Leia acontece toda última sexta-feira do mês e faz parte da programação mensal promovida pela Biblioteca, que conta também com exibição de filmes e palestras de diversos assuntos ao longo do mês, e qualquer pessoa pode participar.
Serviço:
Tenda Leve e Leia
Quando: 28 de junho, das 9h às 15h.
Local: Biblioteca Municipal de Americana - Praça Comendador Müller, no Centro de Americana
quarta-feira, maio 15, 2019
Americana Anime Fest reunirá os amantes de cultura pop
Stela Ribeiro Pires
PUC-Campinas
O Colégio Dom Bosco de Americana (R. Dom Bôsco, 100 - Vila Santa Catarina) recebe nesse domingo, dai 19, às 11h, a segunda edição do Americana Anime Fest, com realização da Avalon Eventos, que promete convidados especiais, quadrinhos, games e lojas especializadas no universo geek. O Anime Fest é atualmente o maior evento de cultura pop do interior de São Paulo, com mais de 100 eventos realizados.
Segundo Ricardo Mazucato, um dos organizadores do evento, "a principal convidada do dia é a dubladora Bianca Alencar, que tem um vasato currículo de vozes na TV brasileira", destacou. Ele também acrescentou que Street Fighter e LOL serão as principais atrações de games.
O evento conta ainda com o Circuito Kpop, no qual grupos covers se apresentam, e com o Circuito Anime de Cosplay. Também haverá jogos de RPG (Role-Playing Game), além de contar com o influencer Muca Muriçoca.
O evento é gratuito para crianças de 0 a 10 anos acompanhados de responsáveis legais e adultos acima de 60 anos de idade. Os preços dos ingressos variam. Para quem comprar até 18 de maio, o valor é R$ 32; caravanas pagam R$ 28 por pessoa. Na hora, o ingresso custa R$ 38. Estudantes, professores, menores de 18 e pessoas com necessidades especiais, doadores de 1kg de alimento pagam meia entrada na hora, cujo valor é R$ 19.
O Americana Anime Fest pertence ao Circuito Anime Fest de Eventos da Avalon Eventos, que percorre as cidades de Campinas, São José dos Campos, Piracicaba, Ribeirão Preto, Jundiaí, Limeira e Americana.
PUC-Campinas
O Colégio Dom Bosco de Americana (R. Dom Bôsco, 100 - Vila Santa Catarina) recebe nesse domingo, dai 19, às 11h, a segunda edição do Americana Anime Fest, com realização da Avalon Eventos, que promete convidados especiais, quadrinhos, games e lojas especializadas no universo geek. O Anime Fest é atualmente o maior evento de cultura pop do interior de São Paulo, com mais de 100 eventos realizados.
Segundo Ricardo Mazucato, um dos organizadores do evento, "a principal convidada do dia é a dubladora Bianca Alencar, que tem um vasato currículo de vozes na TV brasileira", destacou. Ele também acrescentou que Street Fighter e LOL serão as principais atrações de games.
O evento conta ainda com o Circuito Kpop, no qual grupos covers se apresentam, e com o Circuito Anime de Cosplay. Também haverá jogos de RPG (Role-Playing Game), além de contar com o influencer Muca Muriçoca.
O evento é gratuito para crianças de 0 a 10 anos acompanhados de responsáveis legais e adultos acima de 60 anos de idade. Os preços dos ingressos variam. Para quem comprar até 18 de maio, o valor é R$ 32; caravanas pagam R$ 28 por pessoa. Na hora, o ingresso custa R$ 38. Estudantes, professores, menores de 18 e pessoas com necessidades especiais, doadores de 1kg de alimento pagam meia entrada na hora, cujo valor é R$ 19.
O Americana Anime Fest pertence ao Circuito Anime Fest de Eventos da Avalon Eventos, que percorre as cidades de Campinas, São José dos Campos, Piracicaba, Ribeirão Preto, Jundiaí, Limeira e Americana.
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domingo, maio 12, 2019
Um café da manhã especial para o Dia das Mães em Americana
Camila de Paula
PUC-Campinas
O Instituto JR Dias realizou no último sábado, dia 11, um café da manhã especial para o Dia das Mães em Americana, no Society do Paulinho, no bairro Antônio Zanaga, em Americana. O café teve início as 9h30h e terminou por volta das 11h. Contou com show ao vivo, sorteios e distribuição de brindes. Já é o sexto ano que a instituição realiza o evento e os alimentos servidos durante o evento são fornecidos por parceiros e patrocinadores.
Juninho Dias, presidente do Instituto JR Dias, contou que foi incentivado por sua mãe para começar a realizar o café da manhã e que busca reunir toda a comunidade para comemorar a data. “Minha mãe tem um trabalho há mais de 20 anos na comunidade, um trabalho social, e por meio dela, pelo incentivo dela, tivemos o primeiro café da manhã; aí saiu o segundo, o terceiro, o quarto, e hoje é essa festa linda que acompanhamos hoje.
A manicure Nágila Betine, de 26 anos, estava participando do café da manhã junto com o marido e as duas filhas. Ela contou que é muito bonita a mensagem e que é uma oportunidade para que as pessoas se reúnam e comemorem com seus familiares um dia tão importante. “É uma mensagem muito bonita. O Dia das Mães é muito gostoso para dizer o quanto isso é maravilhoso” diz Betine.
Pessoas que já perderam as suas mães também podem encontrar conforto e carinho em eventos desse tipo. Rafael de Oliveira, de 31 anos, coordenador regional do bairro Antônio Zanaga, estava presente no evento e perdeu sua mãe em 2015. “Isso aqui pode significar uma reflexão para essas pessoas que já perderam suas mães. As pessoas têm que enxergar que o dinheiro não compra tudo nesse mundo. Pequenos gestos fazem a diferença na vida das pessoas, então às vezes não adianta você querer ‘comprar’ a sua mãe, querer dar presente caro, levar em restaurante caro, se você não dá um beijo, um abraço, não fala um ‘eu te amo’ para ela”, disse.
A cantora e vendedora externa Rafaeli Marques, de 36 anos, estava participando do evento cantando com a banda. Ela é mãe e perdeu a dela em 1999. “Posso dizer que Deus nunca desampara a gente, meus pais faleceram mas me presentearam como uma tia, que me adotou aos 16 anos após o falecimento dos dois, e o Dia das Mães passou a ter mais importância para mim quando eu me tornei mãe, então todo aquele amor e carinho que eu recebi da minha mãe hoje eu posso passar para o meu filho e ser exemplo pra ele”, conta.
Marques também revela que na sua opinião o projeto é de extrema importância na comunidade, pois ele une as pessoas e as conscientizam a se doar ao próximo por meio da compaixão e da caridade. “ Eu penso da seguinte forma, esse projeto une pessoas. Não é só no Dia das Mães, mas todos os dias”, afirmou.
PUC-Campinas
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| A manicure Nágila Betine e suas duas filhas: homenagem bonita |
Juninho Dias, presidente do Instituto JR Dias, contou que foi incentivado por sua mãe para começar a realizar o café da manhã e que busca reunir toda a comunidade para comemorar a data. “Minha mãe tem um trabalho há mais de 20 anos na comunidade, um trabalho social, e por meio dela, pelo incentivo dela, tivemos o primeiro café da manhã; aí saiu o segundo, o terceiro, o quarto, e hoje é essa festa linda que acompanhamos hoje.
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| Evento atraiu a comunidade |
Pessoas que já perderam as suas mães também podem encontrar conforto e carinho em eventos desse tipo. Rafael de Oliveira, de 31 anos, coordenador regional do bairro Antônio Zanaga, estava presente no evento e perdeu sua mãe em 2015. “Isso aqui pode significar uma reflexão para essas pessoas que já perderam suas mães. As pessoas têm que enxergar que o dinheiro não compra tudo nesse mundo. Pequenos gestos fazem a diferença na vida das pessoas, então às vezes não adianta você querer ‘comprar’ a sua mãe, querer dar presente caro, levar em restaurante caro, se você não dá um beijo, um abraço, não fala um ‘eu te amo’ para ela”, disse.
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| Rafael de Oliveira e Rafaeli Marques |
Marques também revela que na sua opinião o projeto é de extrema importância na comunidade, pois ele une as pessoas e as conscientizam a se doar ao próximo por meio da compaixão e da caridade. “ Eu penso da seguinte forma, esse projeto une pessoas. Não é só no Dia das Mães, mas todos os dias”, afirmou.
domingo, abril 21, 2019
Festival regional reúne Apaes de 18 cidades paulistas em Americana
Camila Fernanda de Paula
PUC-Campinas
Na última quarta-feira, dia 17, a Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Americana e o Conselho Regional da Apae de Nova Odessa, com o apoio da Secretaria de Cultura e Turismo de Americana, realizaram o "Festival Regional Nossa Arte 2019” em Americana, no teatro municipal Lulu Benencase (R. Gonçalves Dias, 696 - Jardim Girassol, Americana).
Nessa edição do festival, 18 Apaes da região de Nova Odessa e Mogi Mirim se apresentaram. Depois dessa apresentação, os ganhadores vão para a classificação estadual, que vai acontecer em Valinhos no mês de julho e depois para a nacional, que vai acontecer no mês de novembro em Manaus.
No evento, os alunos que possuem alguma deficiência intelectual, associada ou não a outras deficiências, puderam expor seus talentos artísticos em um ou mais gêneros indicados pela regulamentação do festival: música, dança, dança folclórica, artes cênicas, artes visuais, artes literárias e artesanato.
A coordenadora de comunicação da Apae de Americana, Quelis Zacardi, contou, em entrevista, a importância do evento: “o festival é realizado desde 1991. É uma ação das federações nacionais, estaduais e regionais das Apaes. Há as classificatórias regionais, estaduais e nacional. É um festival muito importante porque ele coloca em foco a pessoa com deficiência e suas potencialidades. São apresentações teatrais e musicais. Os alunos recebem todo apoio e treinamento dos professores e voluntários”, disse. Quelis também conta que o objetivo do festival é a inclusão social, mostrar que os alunos da Apae são capazes.
Sueli A.S Bonani, professora pedagoga da Apae de Americana, conta que a arte pode desenvolver o aprendizado do aluno e ajudá-lo a se expressar melhor. “O trabalho com a arte desenvolve todo pensamento deles, a motora, psicológico, relaxamento, envolve tudo. A gente vê o interesse que cada um tem, o despertar dele, e com isso a gente vai descobrindo o que cada um tem, isso é muito mais valioso e importante. Conseguimos descobrir coisas fantásticas dentro deles, um despertar muito bom, desenvolve o aprendizado, a capacidade, a atenção, a parte motora, a gente não imaginava como isso é importante” afirma.
Bonani completa que, ao ensinar alunos com alguma deficiência intelectual, obtém um novo aprendizado e alguma lição de vida a cada dia. “O amor é muito grande, amo demais, é um aprendizado, uma lição de vida para qualquer um e para qualquer relacionamento que tiver com ele, é especial, fora de série. Eu já estou há 24 anos na Apae e a gente tá sempre aprendendo todo dia”, diz Bonani.
O evento foi aberto ao público, e os pais e familiares dos alunos tiveram a oportunidade de vê-los demonstrar todos os seus talentos artísticos no palco. Marizete Perpétua da Silva, mãe de Richard da Silva, aluno da Apae de Americana que também se apresentou no festival, contou em entrevista que o trabalho com a arte ajudou o seu filho com a timidez e a se relacionar melhor. “Está incentivando o crescimento e o desenvolvimento dele, eu só tenho a agradecer tudo isso, meu filho era muito tímido. Ele está muito desenvolvido, abraçando essa arte de dançar e de se apresentar. Então, para mim, está sendo maravilhoso tudo. Richard é muito retraído e ele está se soltando agora através da dança, através da peça que ele vai representar, isso tá ajudando bastante no desenvolvimento dele”, afirma.
A aluna da Apae de Mogi Mirim, Ana Laura Bernadi, se apresentou ao lado de seus colegas. Ela contou que adora assistir as apresentações de dança e que se emocionou muito. “Foi boa a sensação de estar no palco, fiquei bastante feliz. Eu adoro dançar e gosto da fanfarra, nós dançamos bastante e nos divertimos um pouco também. Adoro assistir as apresentações e a dança da cadeira de rodas me emocionou”, contou Ana Laura.
PUC-Campinas
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| Apresentação dos alunos da Apae de Americana |
Nessa edição do festival, 18 Apaes da região de Nova Odessa e Mogi Mirim se apresentaram. Depois dessa apresentação, os ganhadores vão para a classificação estadual, que vai acontecer em Valinhos no mês de julho e depois para a nacional, que vai acontecer no mês de novembro em Manaus.
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| Alunos da APAE de Santa Bárbara D'Oeste |
A coordenadora de comunicação da Apae de Americana, Quelis Zacardi, contou, em entrevista, a importância do evento: “o festival é realizado desde 1991. É uma ação das federações nacionais, estaduais e regionais das Apaes. Há as classificatórias regionais, estaduais e nacional. É um festival muito importante porque ele coloca em foco a pessoa com deficiência e suas potencialidades. São apresentações teatrais e musicais. Os alunos recebem todo apoio e treinamento dos professores e voluntários”, disse. Quelis também conta que o objetivo do festival é a inclusão social, mostrar que os alunos da Apae são capazes.
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| Sueli A.S Bonani, professora pedagoga da Apae de Americana |
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| Exposição de artes plásticas dos alunos da Apae |
O evento foi aberto ao público, e os pais e familiares dos alunos tiveram a oportunidade de vê-los demonstrar todos os seus talentos artísticos no palco. Marizete Perpétua da Silva, mãe de Richard da Silva, aluno da Apae de Americana que também se apresentou no festival, contou em entrevista que o trabalho com a arte ajudou o seu filho com a timidez e a se relacionar melhor. “Está incentivando o crescimento e o desenvolvimento dele, eu só tenho a agradecer tudo isso, meu filho era muito tímido. Ele está muito desenvolvido, abraçando essa arte de dançar e de se apresentar. Então, para mim, está sendo maravilhoso tudo. Richard é muito retraído e ele está se soltando agora através da dança, através da peça que ele vai representar, isso tá ajudando bastante no desenvolvimento dele”, afirma.
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| Ana Laura Bernadi e Flávia Costa, coordenadora da APAE de Mogi Mirim |
domingo, abril 14, 2019
Um dia dedicado a mostrar a arte feita para nossos olhos
Stela Ribeiro Pires
PUC-Campinas
| “ A arte tem o poder de ‘estesiar’ as pessoas, ao contrário de anestesiar” |
|---|
| José Renato Sedlacek, professor |
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| O artista plástico Smania e seu mural em prol da Apae |
| “ Desde o começo da pintura do mural ele ouvia reclamações a respeito da cor da pele da modelo e de sua aparência ” |
|---|
| Smania |
Houve um sentimento, por parte do
pintor, que algo poderia ser feito por sua arte. Além do intuito de levantar
verba, Leonardo queria retratar rostos que geralmente são esquecidos, rostos de
pessoas deficientes. “A campanha teve um benefício meio que holístico né? Cada
ponto que ela tocou, seja para mim, seja para os alunos, seja para a campanha, seja para a cidade acabou sendo beneficiado”, diz, além de relembrar que foi muito especial
para os alunos, que lembram até hoje com alegria de seus retratos pela cidade
de Americana.
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| Muro onde havia a pintura com a aluna Gleice, da Apae (veja como era antes) |
Smania usa o exemplo de revistas para
explicar o contexto: “você pode até ver pessoas fora do padrão lá, mas não são
pessoas fora do padrão, como a modelo ‘plus size’, ela está numa categoria
destinada para que ela seja diferente já, entendeu? Ela não está numa categoria
de modelo ‘normal’. Ou então se a pessoa fora do padrão está lá, ela está maquiada
pra estar lá, retocada para estar lá. No caso da Gleice não, eu deixei os
dentes dela bem amarelos, deixei do jeito que ela era mesmo. Então você vê o
quanto isso causa desconforto na galera né? Muita gente me falou que não era
para ela estar ali, e falou sério”, disse. A pintura foi acusada de ser
depressiva, mesmo sendo colorida, benfeita e acabada, com o sorriso no rosto da
modelo, que estava totalmente alegre na foto de inspiração. Para Smania, Gleice
estava despretensiosa e desarmada.
Após alguns meses, a segunda pintura da
campanha foi apagada do muro que estava. No local estava sendo construído um
prédio e, ao término, o muro foi repintado de branco. Para Smania, foi
ingenuidade de sua parte achar que compreenderiam a importância da obra e da
campanha a ponto de deixá-la onde estava. Apesar do desafio, declara “um
trabalho que eu me orgulho muito” conclui.
Olhar carinhoso
| “ Eu falo que fotografia é a minha cura. É a oportunidade que eu tenho de mostrar pro mundo como eu enxergo ele e as pessoas” |
|---|
| Marina Mello |
Com o apoio da família, Marina ganhou
sua primeira câmera e começou a fotografar por brincadeira, tirando retratos de
seus amigos. Na escola, fotografou os trotes do 3° ano do ensino médio, pois
seus amigos já a reconheciam como uma fotógrafa. Porém ainda não tinha certeza
se aquilo viraria sua profissão. Então optou por cursar publicidade e, caso não
conseguisse trabalhar com fotografia, teria uma formação.
“Eu tento ser muito verdadeira com o
que estou fotografando. Então nesse processo eu quero que a pessoa se enxergue pelos
meus olhos, de uma forma que não costumam se enxergar normalmente. No nosso dia
a dia a gente acaba sendo muito cruel com nós mesmos. A gente se cobra, a gente
se boicota, a gente se pressiona muito, e às vezes o olhar cuidadoso e
carinhoso que a gente tem com outras pessoas a gente esquece de ter conosco.
Então, eu tento ser o mais transparente, o mais sincero possível, a mais
verdadeira possível. Eu gosto de retratar a pessoa como ela é. Por isso que eu
falo que não sou ‘fotógrafa de aniversário’. Eu não falo que faço retratos, eu
falo que sou fotógrafa de gente, que eu gosto de conhecer as histórias e contar
as histórias”, explica Mello.
A fotógrafa ainda expõe a dificuldade
que os artistas enfrentam de que muitas vezes a arte não é valorizada e as
pessoas não querem pagar o preço, reconhecer o valor, pois é subjetiva e o
artista está sujeito a qualquer interpretação. A pessoa pode gostar ou não do
trabalho, pois o que é belo ou arte para um pode não ser no olhar do outro, levando
muitas vezes que não encarem o trabalho dela como algo realmente sério, apesar
de ser o seu sustento. “Eu falo que fotografia é a minha cura. É a oportunidade
que eu tenho de mostrar pro mundo como eu enxergo ele e as pessoas, e acho que
nada paga essa sensação de saber que eu tenho o meu lugarzinho no mundo, sabe”,
declarou Mello.
Linguagem
| “ O artista sempre é um termômetro, na verdade um catalisador da época em que ele vive” |
|---|
| José Renato Sedlacek |
sábado, abril 06, 2019
Praticantes de corrida de rua crescem 63% nos últimos 4 anos no Estado de São Paulo
Gleysiane Clemente
PUC-Campinas
O número de praticantes de corridas de rua cresceu 63% no Estado de São Paulo nos últimos 4 anos. Passou de 566 mil em 2013 para 922 mil adeptos em 2017. Os dados são da Federação Paulista de Atletismo. O número de corridas anuais também aumentou: passou 323 para 435 no mesmo período, uma expansão de 35%
Em Americana Cicero José da Silva, aposentado e organizador de eventos no município de 200 mil habitantes, diz que no município há pelo menos 8 corridas anuais e o número de participantes gira em torno de 350 a 1,2 mil pessoas.
A grande maioria das pessoas entram na corrida com o objetivo de emagrecer, porém terminam descobrindo que emagrecer é somente um dos benefícios que o esporte pode trazer na vida do corredor. É o caso da atleta, Roseli Santos de 43 anos: “a gente tem que buscar uma qualidade de vida melhor pra nós. O grupo em si é muito animado, temos um círculo de amizade muito bom e isso aí foi essencial pra eu começar, assim como meu marido também: nós dois começamos juntos e estamos juntos nessa. E senti muita diferença na minha vida, principalmente e nossa disposição é bem maior para o trabalho, pra rotina diária da nossa vida. Além disso, eu consegui emagrecer 10 quilos. Antes eu tinha dificuldade e a aparência melhora né? É uma alegria diferente que a gente sente.”
O grupo que Roseli cita é o “Bora lá”, comandado pelo professor João Simões, de 37 anos. Começou há cerca de um ano e meio e desde então vem aumentando o número de participantes: “o que me impressiona é que se encontram pessoas de todas as faixas etárias, desde o mais novo ao mais velho, isso me deixa muito feliz com o projeto”, comenta João.
O mais velho do Bora lá é o Seu Osmar, de 64 anos, ele é um exemplo para os mais novos “Eu sinto que o pessoal se espelha muito em mim, pela minha determinação, por tudo o que eu faço. Eu não falto, eu gosto de estar no meio do pessoal e acho que motiva bastante a galera mais jovem", disse.
No outro lado há Jully Silva, de 14 anos. Ela é a mais nova do grupo, porém isso não atrapalha seu desempenho, muito pelo contrário. Jully começou por acaso para acompanhar a mãe. Hoje é a maior vencedora do grupo, colecionando troféus e pódios: “Ela fazia aulas de ginástica com o professor João e sempre pedia pra eu acompanhar. Hoje não consigo me ver sem correr.” E ela pretende seguir carreira no esporte? Ela ainda não sabe, mas acha a ideia interessante: “Não sei ainda, mas talvez sim, ainda é muito cedo pra pensar nisso. Mas eu gosto da ideia, principalmente depois que comecei a ganhar algumas provas, eu me senti mais competitiva”, completa Jully.
PUC-Campinas
O número de praticantes de corridas de rua cresceu 63% no Estado de São Paulo nos últimos 4 anos. Passou de 566 mil em 2013 para 922 mil adeptos em 2017. Os dados são da Federação Paulista de Atletismo. O número de corridas anuais também aumentou: passou 323 para 435 no mesmo período, uma expansão de 35%
Em Americana Cicero José da Silva, aposentado e organizador de eventos no município de 200 mil habitantes, diz que no município há pelo menos 8 corridas anuais e o número de participantes gira em torno de 350 a 1,2 mil pessoas.
A grande maioria das pessoas entram na corrida com o objetivo de emagrecer, porém terminam descobrindo que emagrecer é somente um dos benefícios que o esporte pode trazer na vida do corredor. É o caso da atleta, Roseli Santos de 43 anos: “a gente tem que buscar uma qualidade de vida melhor pra nós. O grupo em si é muito animado, temos um círculo de amizade muito bom e isso aí foi essencial pra eu começar, assim como meu marido também: nós dois começamos juntos e estamos juntos nessa. E senti muita diferença na minha vida, principalmente e nossa disposição é bem maior para o trabalho, pra rotina diária da nossa vida. Além disso, eu consegui emagrecer 10 quilos. Antes eu tinha dificuldade e a aparência melhora né? É uma alegria diferente que a gente sente.”
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| O grupo Bora lá de Americana |
O grupo que Roseli cita é o “Bora lá”, comandado pelo professor João Simões, de 37 anos. Começou há cerca de um ano e meio e desde então vem aumentando o número de participantes: “o que me impressiona é que se encontram pessoas de todas as faixas etárias, desde o mais novo ao mais velho, isso me deixa muito feliz com o projeto”, comenta João.
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| Seu Osmar |
O mais velho do Bora lá é o Seu Osmar, de 64 anos, ele é um exemplo para os mais novos “Eu sinto que o pessoal se espelha muito em mim, pela minha determinação, por tudo o que eu faço. Eu não falto, eu gosto de estar no meio do pessoal e acho que motiva bastante a galera mais jovem", disse.
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| Jully |
No outro lado há Jully Silva, de 14 anos. Ela é a mais nova do grupo, porém isso não atrapalha seu desempenho, muito pelo contrário. Jully começou por acaso para acompanhar a mãe. Hoje é a maior vencedora do grupo, colecionando troféus e pódios: “Ela fazia aulas de ginástica com o professor João e sempre pedia pra eu acompanhar. Hoje não consigo me ver sem correr.” E ela pretende seguir carreira no esporte? Ela ainda não sabe, mas acha a ideia interessante: “Não sei ainda, mas talvez sim, ainda é muito cedo pra pensar nisso. Mas eu gosto da ideia, principalmente depois que comecei a ganhar algumas provas, eu me senti mais competitiva”, completa Jully.
quinta-feira, abril 04, 2019
Bairros em Americana sofrem diariamente com a falta d'água
Camila Fernanda de Paula
PUC-Campinas
Diversos bairros da cidade de Americana estão há muito tempo sofrendo com a falta d’água diária. Segundo relatos de moradores, a água todo dia acaba na parte da manhã ou na parte da tarde e só retorna de madrugada. Os moradores também se queixam do porquê do Departamento de Água e Esgoto (DAE) de Americana estar demorando tanto para reparar essa situação.
A moradora Luciana dos Santos, 47, dona de casa, do bairro Vale das Nogueiras, que é um dos bairros atingidos, relatou que já faz meses que isso vem acontecendo. “Já tem mais ou menos uns 6, 7 meses. Tem água na parte da manhã, na parte da tarde e à noite não tem, vai chegar só de madrugada”, afirma. A dona de casa completa ainda, que isso traz diversas consequências para seu trabalho do dia a dia, como fazer os serviços domésticos. “Tem que ficar economizando água da caixa, não tem como você tomar um banho, lavar uma louça, lavar roupa então nem pensar né? O DAE não dá uma explicação, só fica falando que é um problema na bomba mas essa bomba nunca é consertada”, diz a moradora.
Além disso, a moradora Ana Laura Cabral, 72, aposentada, do bairro Jardim Nossa Senhora Aparecida, também atingido pela falta d’água, conta que a situação piorou nos últimos tempos. “Antes acabava menos, agora fica praticamente o dia inteiro sem água”, diz. A moradora também acrescenta que além da demora, quando a água chega, vem poluída. “Fica desde de cedo sem água e quando vem, vem uma água suja, aí vai lavar roupa encarde, aí tem que lavar roupa de novo, não tem nem como você limpar a casa e nem tomar um banho”, diz a aposentada.
O Coordenador de Comunicação do DAE de Americana, Francisco Rangel, afirmou em entrevista que o departamento está fazendo reformas para melhorar a situação, porém, é um processo demorado, pois a cidade está cerca de 30 anos sem receber nenhum tipo de reforma na parte do sistema de tratamento de água. “Estamos construindo uma nova captação e reformando os novos decantadores, pois os antigos estavam com peças quebradas, e ao todo são quatro decantadores. Para fazer esses serviços precisamos esvaziar um decantador inteiro, que é 25% da água atendida na população, então, se eu quero reformar, eu preciso deixar de abastecer. Já estava previsto uma perda de 15% da água, nós tratamos cerca de 83 milhões de litros por dia, e isso caiu para 75, 76 milhões de litros. Não há uma falta da água consistente, ela é intermitente, então ela pode faltar das 10h até as 22h, pois estamos fazendo manobras para não deixar faltar água na cidade, ela chega com um pouco menos de pressão, mas está chegando. Esse trabalho que estamos fazendo irá melhorar em 10% de volume de água. Hoje Americana consome 82 milhões de litros, e vamos ter 90 milhões de litros de água após as reformas”, conta Rangel.
Rangel observa ainda que as altas temperaturas nos meses de dezembro e janeiro contribuíram para o aumento da falta d’água, pois a população gastava água ainda mais e o sistema não era capaz de aguentar tanto consumo. “O que aconteceu em dezembro e janeiro foram as altas temperaturas, tinha dia em Americana que chegava a 40° C. Com isso, o consumo da água aumentou 10 milhões por dia, de 82 milhões de litros consumidos pulou para 90 milhões, não tem sistema que aguente, eu não posso tirar mais água do rio, meu sistema de tratamento está limitado. Ele não é elástico, não consigo tratar mais água. Quem tomava um banho por dia, passou a tomar dois, as crianças brincavam ainda mais com a água por causa do calor, tinha gente que até jogava água nas paredes para tentar resfriar a casa. Isso também afetou o problema de falta d’água”, diz. Rangel também acrescenta que os canos da cidade precisam ser trocados, pois o material é de ferro, que acumula resíduos com o passar dos anos e, como esses já estão há mais de 30 anos sem serem trocados, encontram-se muito danificados, fazendo com que atrapalhe a passagem da água pelos canos.
Rangel completa que, nesse ano ainda, as reformas estarão finalizadas, isso será um grande fator para que a situação se normalize e o problema de falta d’água diminua. “A nova captação irá inaugurar agora em junho e isso diminuirá drasticamente a falta d’água. Além disso, vamos colocar novos reservatórios, por enquanto temos apenas um e vamos colocar mais dois, que até o fim do ano vai estar pronto. Nos próximos 10, 15 anos, Americana não vai ter mais problemas com a falta d’água”, afirma.
PUC-Campinas
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| Ana Laura Cabral, do Jardim Nossa Senhora Aparecida: “agora fica praticamente o dia inteiro sem água" |
A moradora Luciana dos Santos, 47, dona de casa, do bairro Vale das Nogueiras, que é um dos bairros atingidos, relatou que já faz meses que isso vem acontecendo. “Já tem mais ou menos uns 6, 7 meses. Tem água na parte da manhã, na parte da tarde e à noite não tem, vai chegar só de madrugada”, afirma. A dona de casa completa ainda, que isso traz diversas consequências para seu trabalho do dia a dia, como fazer os serviços domésticos. “Tem que ficar economizando água da caixa, não tem como você tomar um banho, lavar uma louça, lavar roupa então nem pensar né? O DAE não dá uma explicação, só fica falando que é um problema na bomba mas essa bomba nunca é consertada”, diz a moradora.
Além disso, a moradora Ana Laura Cabral, 72, aposentada, do bairro Jardim Nossa Senhora Aparecida, também atingido pela falta d’água, conta que a situação piorou nos últimos tempos. “Antes acabava menos, agora fica praticamente o dia inteiro sem água”, diz. A moradora também acrescenta que além da demora, quando a água chega, vem poluída. “Fica desde de cedo sem água e quando vem, vem uma água suja, aí vai lavar roupa encarde, aí tem que lavar roupa de novo, não tem nem como você limpar a casa e nem tomar um banho”, diz a aposentada.
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| Francisco Rangel: o departamento está fazendo reformas para melhorar a situação |
Rangel observa ainda que as altas temperaturas nos meses de dezembro e janeiro contribuíram para o aumento da falta d’água, pois a população gastava água ainda mais e o sistema não era capaz de aguentar tanto consumo. “O que aconteceu em dezembro e janeiro foram as altas temperaturas, tinha dia em Americana que chegava a 40° C. Com isso, o consumo da água aumentou 10 milhões por dia, de 82 milhões de litros consumidos pulou para 90 milhões, não tem sistema que aguente, eu não posso tirar mais água do rio, meu sistema de tratamento está limitado. Ele não é elástico, não consigo tratar mais água. Quem tomava um banho por dia, passou a tomar dois, as crianças brincavam ainda mais com a água por causa do calor, tinha gente que até jogava água nas paredes para tentar resfriar a casa. Isso também afetou o problema de falta d’água”, diz. Rangel também acrescenta que os canos da cidade precisam ser trocados, pois o material é de ferro, que acumula resíduos com o passar dos anos e, como esses já estão há mais de 30 anos sem serem trocados, encontram-se muito danificados, fazendo com que atrapalhe a passagem da água pelos canos.
Rangel completa que, nesse ano ainda, as reformas estarão finalizadas, isso será um grande fator para que a situação se normalize e o problema de falta d’água diminua. “A nova captação irá inaugurar agora em junho e isso diminuirá drasticamente a falta d’água. Além disso, vamos colocar novos reservatórios, por enquanto temos apenas um e vamos colocar mais dois, que até o fim do ano vai estar pronto. Nos próximos 10, 15 anos, Americana não vai ter mais problemas com a falta d’água”, afirma.
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